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Após livro esgotado, especialista em Direito Ambiental reedita obra com novo título e tema ampliado

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Lúcia Chayb Diretora eco21.eco.br @eco21_oficial @luciachayb luciachayb@gmail.comPor trinta anos foi a jornalista responsável pela revista ECO21 (1990/2020)

‘Povos Indígenas e Tribais’ será lançado pela Editora Foco em 28 de fevereiro; pré-venda já está disponível online

O sucesso de vendas do livro “A Convenção 169 da OIT na América do Sul” (2017) e a necessidade da ampliação do tema anteriormente desenvolvido fizeram com que o autor, o advogado e especialista em Direito Ambiental Paulo de Bessa Antunes, se dedicasse a uma nova empreitada: reeditar e lançar, agora sob um novo título e projeto gráfico, o trabalho que encontrava-se esgotado nas livrarias físicas e digitais de todo o Brasil.

A partir disso, nasceu o projeto de “Povos Indígena e Tribais – E a Consulta Prévia da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho”, que será oficialmente lançado em 28 de fevereiro pela Editora Foco. Entretanto, o livro encontra-se disponível em pré-venda por R$ 137 no site da editora.

Segundo Paulo de Bessa, a nova obra traz uma reorganização dos capítulos de forma que o texto ganhou em coerência e organização. “Há um grande volume de jurisprudência sobre a consulta livre, prévia e informada, de modo que o leitor poderá ter uma visão panorâmica do atual estágio da questão em muitas Cortes nacionais e internacionais”, destacou o autor. 

Ao longo dos capítulos, o leitor se deparará com assuntos como a construção histórica da legislação indigenista no período colonial, as peculiaridades culturais dos povos indígenas, o papel desempenhado pelo território nas sociedades indígenas, a interpretação da Convenção 169 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos, e as novas Constituições sul-americanas. 

A atualidade do livro, frisou o autor, dá-se pelos inúmeros desdobramentos da questão no mundo moderno, em especial no que diz respeito à extração de recursos naturais e utilização de componentes da diversidade biológica que possam ser encontrados no interior de territórios ocupados por povos indígenas e tribais. 

“Me parece evidente que as Convenções 169 e de Diversidade Biológica estão destinadas a ocupar lugares de destaque no cenário constitucional do continente durante os próximos anos”, afirmou Paulo. “Haja vista que a Biotecnologia é uma das fronteiras da ciência moderna e os chamados conhecimentos tradicionais associados, cada vez mais, se tornam relevantes no contexto da indústria farmacêutica e da propriedade intelectual. No que diz respeito à indústria extrativista, os indígenas sempre se viram envolvidos em questões complexas. A diferença é que, atualmente, os povos indígenas ostentam uma posição jurídica nunca imaginada”.

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